
segunda-feira, 27 de julho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Atitude de um dançarino de Samba

"Um dos principais aspectos observados no estilo samba de gafieira é a atitude do dançarino frente a sua parceira: malandragem, proteção, exposição a situações surpresa, elegância e ritmo. Na hora da dança, o homem conduz a sua dama, e nunca o contrário. Diz-se que, antigamente, o malandro da Lapa fazia uso de um terno branco, sapatos preto e branco, ou marrom e branco e, por debaixo do paletó, camisa preto e branca ou vermelha e branca, listradas horizontalmente, além de um Chapéu Panamá ou Palheta - há uma confusão sobre esses dois chapéus, parecidos de longe, porém, de perto, bem diferentes. Dentro do bolso, carregavam uma navalha. A mão sempre ficava dentro de um bolso da calça, segurando a navalha em prontidão para o ataque; a outra gesticulava normalmente; suas pernas não andavam uma do lado da outra, paralelas, mas sempre uma escondendo o movimento uma da outra, como se estivesse praticamente andando sobre uma linha. Dançando, o dito "malandro" sempre protege sua dama, dando a ela espaço para que ela possa se exibir para ele e para o baile inteiro ao seu redor e, ao mesmo tempo, impedindo uma aproximação de qualquer outro homem para puxá-la para dançar. Daí também a atitude de se sambar com os braços abertos, como se fosse dar um abraço, além de entrar no ritmo da música, proteger sua dama. A principal figura do samba de gafieira é o gancho, que, como o próprio nome diz, pode ser utilizado como início de um passo, ligação para outro passo ou até mesmo para finalização de uma frase de passos."
Texto retirado da wikipédia
sexta-feira, 8 de maio de 2009

Amores ébrios"; "Hóstia" e "Fragmentos no vazio"
Amores ébrios Sinopse:Dando continuidade à série de eventos lítero-musicais CAFÉS, ARTES & ARTEIROS, o grupo Arteiros Caetés, em parceria com a livraria Livro Lido, promove três performances poéticas: AMORES ÉBRIOS, em que dialogam algumas das novas vozes da literatura produzida hoje em Alagoas (Brisa Paim, Bruno Ribeiro, Igor Brasa, Milton Rosendo e Nilton Resende); HÓSTIA, na qual Nilton Resende expõe poemas de seu livro O Orvalho e Os Dias; e FRAGMENTOS NO VAZIO, com Cláudia Helena Tavares dando voz a crônicas de Cecília Meireles e um poema de Ricardo Corrêa. As performances serão permeadas de números musicais de diversos compositores como Erik Satie, Fernando Brant, Francisco Tárrega, Igor Brasa e Milton Nascimento, interpretados por Sivanrley Menezes, Cia iLtda e Carlos Freixo.
Amores ébrios Sinopse:Dando continuidade à série de eventos lítero-musicais CAFÉS, ARTES & ARTEIROS, o grupo Arteiros Caetés, em parceria com a livraria Livro Lido, promove três performances poéticas: AMORES ÉBRIOS, em que dialogam algumas das novas vozes da literatura produzida hoje em Alagoas (Brisa Paim, Bruno Ribeiro, Igor Brasa, Milton Rosendo e Nilton Resende); HÓSTIA, na qual Nilton Resende expõe poemas de seu livro O Orvalho e Os Dias; e FRAGMENTOS NO VAZIO, com Cláudia Helena Tavares dando voz a crônicas de Cecília Meireles e um poema de Ricardo Corrêa. As performances serão permeadas de números musicais de diversos compositores como Erik Satie, Fernando Brant, Francisco Tárrega, Igor Brasa e Milton Nascimento, interpretados por Sivanrley Menezes, Cia iLtda e Carlos Freixo.
O espaço:A Livro Lido conta com bar e cafeteria e, além do seu acervo de livros, comercializa filmes, vinis e cds.
Evento:CAFÉS, ARTES & ARTEIROS
Quando:7 e 8 de maio, às 18h
Onde:Livraria Livro LidoRua Sá e Albuquerque, 390, Jaraguá(fone: 32212790)
Descrição:7/5 – performance lítero-musical Amores Ébrios, com textos de Brisa Paim, Bruno Ribeiro, Igor Brasa, Milton Rosendo e Nilton Resende.Arranjo Musical: Cia iLtda, com participação especial de Carlos Freixo (Portugal)Participação: atriz Fátima Farias.8/5 – performances poéticas:Hóstia, com Nilton Resende: poemas próprios; direção Nilton ResendeFragmentos no vazio, com Cláudia Helena Tavares (Penedo-AL): poemas de Cecília Meireles; direção Lúcia PrataArranjo Musical: Cia iLtda e Sivanrley Menezes
sábado, 11 de abril de 2009

Deixem-me ser um poema!
deixem-me ser todo eu um livro;
queria ser todo eu algo escrito,
algo para dizer ou ser dito!
queria ser todo eu um poema
para num livro à tua cabeceira pousar,
sentir-me ser lido
e nas tuas mãos versejar.
deixem-me ser um poema!
se o livro que desejo ser,
em livro um dia se tornar,
que seja o livro do livro lido
por todos os que precisam de amar...
sou assim, o poema desta manhã,
as palavras desta tarde
e os sons desta noite;
sou a manhã deste poema
e a tarde destas mesmas palavras,
a noite dos sons do fogo que arde...
sinto assim a sua fragrância,
numa ânsiade palavra dita
ou mesmo de palavra escrita...
sinto o odor do poema versejado,
ouvido,
relido,
mirado,
querido
ou até mesmo...
odiado...
sinto o cheiro da palavra que escrevo
ou da palavra que leio...
sinto o poema dentro de mim
com a manhã a nascer em ti
ouvindo a tarde adormecer
na noite do teu sonho de prazer...
sinto-me poema...
sinto-me palavra...
sinto-me viver...
deixa-me ouvir...
deixa-me ler...
porque não quero sentir a dureza do insulto
que o silêncio em mim provoca...
não quero ouvir os gritos lancinantes
dum silêncio que tanto me choca...
quero ouvir as palavras ditas...
quero ler as palavras escritas...
quero ouvir os sons que elas me trazem...
quero ler as tonalidades que elas fazem...
quero sentir o impacto do dito...
quero sentir o embate do grito...
não quero ler a palavra não escrita...
não quero ouvir o silêncio do livro vazio...
não quero escutar o silêncio do não dito...
quero sentir a pureza da voz
que a palavra escrita me traz...
quero sentir o estrondo do grito
que a palavra dita me faz...
quero sentir que és...
quero sentir que estás...
quero sentir as palavra
se quero os livros com elas gravadas!...
deixem-me ser um poema!...
escrevo assim
o poema desta manhã
com as palavras da tua tarde
e os sons da nossa noite,
e, se a noite chegar,
sem que a manhã tenha surgido,
não tenhas receio,
não tenhas medo,
porque mesmo assim eu te leio...
deixem-me ser todo eu um livro;
queria ser todo eu algo escrito,
algo para dizer ou ser dito!
queria ser todo eu um poema
para num livro à tua cabeceira pousar,
sentir-me ser lido
e nas tuas mãos versejar.
deixem-me ser um poema!
se o livro que desejo ser,
em livro um dia se tornar,
que seja o livro do livro lido
por todos os que precisam de amar...
sou assim, o poema desta manhã,
as palavras desta tarde
e os sons desta noite;
sou a manhã deste poema
e a tarde destas mesmas palavras,
a noite dos sons do fogo que arde...
sinto assim a sua fragrância,
numa ânsiade palavra dita
ou mesmo de palavra escrita...
sinto o odor do poema versejado,
ouvido,
relido,
mirado,
querido
ou até mesmo...
odiado...
sinto o cheiro da palavra que escrevo
ou da palavra que leio...
sinto o poema dentro de mim
com a manhã a nascer em ti
ouvindo a tarde adormecer
na noite do teu sonho de prazer...
sinto-me poema...
sinto-me palavra...
sinto-me viver...
deixa-me ouvir...
deixa-me ler...
porque não quero sentir a dureza do insulto
que o silêncio em mim provoca...
não quero ouvir os gritos lancinantes
dum silêncio que tanto me choca...
quero ouvir as palavras ditas...
quero ler as palavras escritas...
quero ouvir os sons que elas me trazem...
quero ler as tonalidades que elas fazem...
quero sentir o impacto do dito...
quero sentir o embate do grito...
não quero ler a palavra não escrita...
não quero ouvir o silêncio do livro vazio...
não quero escutar o silêncio do não dito...
quero sentir a pureza da voz
que a palavra escrita me traz...
quero sentir o estrondo do grito
que a palavra dita me faz...
quero sentir que és...
quero sentir que estás...
quero sentir as palavra
se quero os livros com elas gravadas!...
deixem-me ser um poema!...
escrevo assim
o poema desta manhã
com as palavras da tua tarde
e os sons da nossa noite,
e, se a noite chegar,
sem que a manhã tenha surgido,
não tenhas receio,
não tenhas medo,
porque mesmo assim eu te leio...
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Chora Jaraguá

A Livro Lido inicia os encontros de 2009 com o "Chora Jaraguá" comemorando seus 13 anos de existencia e 1 ano em Maceió.
Quinta Feira - 09/04/2009 - à Partir das 17:00h.
R$2,00 couvert artistico
Abertura com Bruno Ribeiro: "Falando de Música"
Nasceu em Maceió, em 22 de agosto de 1980. É Poeta, formado em Letras pela Universidade Federal de Alagoas, e mestre em Estudos Literários pela mesma universidade. Atualmente, é professor da rede estadual de ensino de Alagoas.
Grupo "Chorinho no Sebo"
Bandolim: Wellington Pinheiro
Violão: Manga de Eixo
Cavaquinho: Edimilson
Pandeiro: Alex
Surdo: Clovis
Livro Lido
Rua Sá e Albuquerque, 390
Jaraguá
Maceió - AL
(82) 3221-2790
Quinta Feira - 09/04/2009 - à Partir das 17:00h.
R$2,00 couvert artistico
Abertura com Bruno Ribeiro: "Falando de Música"
Nasceu em Maceió, em 22 de agosto de 1980. É Poeta, formado em Letras pela Universidade Federal de Alagoas, e mestre em Estudos Literários pela mesma universidade. Atualmente, é professor da rede estadual de ensino de Alagoas.
Grupo "Chorinho no Sebo"
Bandolim: Wellington Pinheiro
Violão: Manga de Eixo
Cavaquinho: Edimilson
Pandeiro: Alex
Surdo: Clovis
Livro Lido
Rua Sá e Albuquerque, 390
Jaraguá
Maceió - AL
(82) 3221-2790
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